Catálogo Musical

Marketing para catálogo musical: tem som que vira identidade.

Para artistas, selos e detentores de catálogo que têm obra boa e alcance pequeno. A Oslo trata catálogo como marca: narrativa, padrão visual, presença contínua e organização que faz a música ser encontrada.

Catálogo não é acervo. É estoque parado até virar narrativa.

Música boa não é descoberta por acaso. É procurada, e ninguém procura o que não tem nome, capa reconhecível e um lugar onde estar.

A maior parte dos catálogos brasileiros perde alcance por três motivos que não têm nada a ver com a música: título mal escrito nas plataformas, identidade visual inconsistente entre lançamentos, e ausência de presença entre um lançamento e outro.

Mãos operando uma mesa de mixagem em estúdio musical

O que a Oslo entrega

  • Estratégia de catálogo: o que reativar, o que relançar, o que destacar
  • Padrão de título e descrição nas plataformas (nome do artista + título da obra em toda entrada)
  • Identidade visual de single, álbum e do próprio selo
  • Direção de conteúdo e gestão de redes
  • Conteúdo editorial que sustenta a presença entre lançamentos
  • Transmissão contínua e presença sonora nas redes

Tem som que vira identidade.

Perguntas diretas

A Oslo faz assessoria de imprensa musical?
Não. A Oslo cuida de marca, conteúdo e presença digital. Assessoria de imprensa é trabalho complementar, feito por especialista.
A Oslo trabalha com artista independente?
Sim, desde que exista catálogo já gravado ou um plano de lançamento definido.
Por que o nome do artista precisa estar em todo título?
Porque a busca em plataforma de streaming e no YouTube funciona por correspondência de texto. Título sem nome do artista perde a maior parte das buscas por nome, que costumam ser a principal origem de descoberta de catálogo.
A Oslo distribui a música nas plataformas?
Não. A distribuição é feita por distribuidora digital. A Oslo cuida do que vem antes e depois: identidade, narrativa, padrão de publicação e presença.

Conta que catálogo você tem